Depois da última sessão de cinema: Spcine, audiovisual e democracia

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O cinema em São Paulo viveu por décadas o sonho de ter uma política efetiva de fomento arquitetada em um arranjo local e com influência nacional. Se existia alguma dúvida de seu poder de atração e geração de renda, o mundo global multitela sobre conexões de internet emergiu para ser um novo padrão de acesso cultural. Para além das telas grandes, o cinema se ampliou junto a setores como televisão, streaming, games e publicidade, constituindo o campo do audiovisual. A criação da Spcine impulsionou esse setor na maior cidade do país e foi um marco político cultural inconteste. Em quarenta depoimentos inéditos, o leitor poderá se aprofundar na forma como produtores, cineastas, empresários, associações do setor, gestores públicos e políticos analisam o impacto do cinema e da Spcine a partir do que se realiza em São Paulo. A empresa pública estruturou editais de diversidade, potencializou produções locais, facilitou burocracias para filmagens pela cidade, lançou-se no video on demand com a Spcine Play e implantou um precursor circuito de salas públicas na periferia, dentro dos Centros Educacionais Unificados (CEUs). As entrevistas e os textos das páginas de Depois da última sessão de cinema se complementam como um documentário: histórias, ideias, conquistas, críticas contra a crise, projeções de futuro – elementos que compõem um panorama luminoso a todos aqueles que buscam entender as relações do fazer audiovisual com os bastidores políticos.
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