Não devo pensar em coisas ruins

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Do crítico cultural que a revista Wired chamou de “provocativo e cortantemente bem-humorado”, vem uma nova coleção visceralmente engraçada e inteligente de críticas relâmpago – de uma América enlouquecida, e um mundo onde o caos e a catástrofe são o normal. Aqui estão ensaios sobre as fantasias pornográficas dos fãs de Jornada nas Estrelas com os Borg, a mente coletiva fascista de aliens homens-máquina; o Facebook como um Limbo dos Perdidos para os mortos do seu anuário do colégio; o medo de George W. Bush do seu gay interior; o utilitário esportivo como um totem do americanismo asqueroso; a moralidade de se usar roupas com estampas camufladas durante tempos de guerra; por que o golfe é um campo de batalha entre as classes; o conteúdo homoerótico oculto do Superbowl; a conversão do Holocausto em parque temático; a Igreja da Eutanásia; os objetivos secretos dos testes de QI; o parentesco secreto do Papai Noel com Satã; o sadismo dos dentistas; a cabeça decepada como um significante; e, é claro, o simbolismo sexual do dedão da Madonna.
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