É hora de agir - um apelo à última geração, de Carola Rackete

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Carola Rackete nasceu em 1988, em Preetz, na Alemanha. Estudou Ciências Náuticas e Gestão Ambiental. Viajou com os navios de pesquisa Meteor e Polarstern, assim como com o Arctic Sunrise do Greenpeace e com o British Antarctic Survey. Desde 2016, trabalha em seu tempo livre em navios e aeronaves de salvamento marítimo civil na região central do mar Mediterrâneo. Faz parte do movimento Extinction Rebellion, que luta contra o colapso dos ecossistemas e do clima da Terra.

Em junho de 2019, quando comandava o navio de salvamento humanitário Sea-Watch 3, Carola Rackete tomou a corajosa decisão de ignorar a proibição do governo italiano e levar 40 pessoas resgatadas do mar Mediterrâneo ao porto seguro de Lampedusa. A ousadia de colocar a vida de seres humanos em primeiro lugar, desafiando uma política migratória que condena milhares de refugiados à morte, levou a ativista a ser detida assim que desembarcou. Com a rumorosa repercussão na imprensa, Carola tornou-se um exemplo e uma inspiração para aqueles que, como ela, cansaram de esperar. Neste livro urgente, ela explica por que se arrisca de maneira tão incondicional em favor do humanitarismo, da justiça global e da conservação da natureza. O fato de pessoas fugirem de suas terras natais está diretamente ligado à crise climática e à crescente desigualdade social. Se não agirmos agora contra a erosão dos direitos humanos, o colapso dos nossos ecossistemas e a catástrofe climática, o problema irá se agravar cada vez mais. O apelo de Carola Rackete é direcionado a todos nós, a geração que, com toda a certeza, é a última que pode mudar alguma coisa: precisamos parar de depositar a esperança nos outros e passar a agir. O que está em jogo é nada menos que o nosso futuro neste planeta. “Carola escreve este livro para nos inspirar a agir. Já. Agora. Ela nos acolhe em nossa confusão, nos explica o que precisamos saber — com precisão, mas também generosidade — e nos estimula a encontrar a nossa linha de frente na guerra climática. Se é num planeta pior que teremos que viver, talvez sejamos capazes de criar um humano melhor a partir do conhecimento daqueles que sabem viver na natureza sem destruí-la nem devorá-la até o extermínio, como os povos da floresta amazônica.”
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