Farinha com açúcar, de Jé Oliveira

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O livro: "Farinha com açúcar ou sobre a sustança de meninos e homens", de Jé Oliveira, do Coletivo Negro (SP), é a segunda obra que entra para a Coleção Teatro Contemporâneo da Editora Javali. Além do texto da peça, o livro também traz um prefácio escrito por Walter Garcia - músico e professor do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo – USP. Além de fotos do espetáculo.

Sobre a peça: "Farinha com açúcar ou sobre a sustança de meninos e homens" estreou em fevereiro de 2016 em São Paulo. O Grupo de teatro paulista Coletivo Negro há dez anos vem realizando pesquisas e criações cênicas em torno de vários temas essenciais da sociedade contemporânea. Um dos principais temas, senão o principal, é a questão racial no Brasil. Em Farinha com açúcar, o grupo realiza uma pesquisa sobre a construção de identidades masculinas, masculinidades negras na urbanidade periférica da capital paulista. O texto se materializa por meio do ato de contar, expor, refletir e dialetizar a experiência de ser negro na contemporaneidade. O espetáculo é uma peça-show, um tributo à obra dos Racionais MC’s. O texto se desenvolve a partir de um movimento inverso: da morte para a vida. Chama a nossa atenção para a realidade, banalização, espetacularização das mortes negras e defende o desejo de mudança. Tudo isso através de um jogo dramatúrgico e cênico que é atravessado pela obra dos Racionais MC’s e por uma estética dos cortes e arranjos feitos por um DJ. Esta obra rendeu ao autor, Jé Oliveira, a contemplação no 6º Prêmio Questão de Crítica em 2017. A peça foi selecionada em 2018 pelo maior projeto de circulação das artes cênicas do país, o Palco Giratório do SESC.

Sinopse: A obra busca uma relação íntima com o público por meio da palavra falada e cantada, agora também escrita e, para isso, utiliza-se da construção poética da presença cênica. Paisagens sonoras e imagéticas materializam-se por meio do ato de contar, expor, refletir e dialetizar a experiência de ser negro na urbanidade, debruçando-se sobre um recorte acerca da construção de masculinidades negras periféricas. A peça é também tributária ao legado dos Racionais MC's.

Esta publicação foi viabilizada através da 29ª Edição da Lei de Fomento ao Teatro da cidade de São Paulo no projeto “A concretude material do que somos: espaços, ritos, humanidades”, proposto pelo Coletivo Negro. O lançamento tem o apoio institucional do Sesc Palladium.
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