Mulheres de minha alma, de Isabel Allende

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Em Mulheres de minha alma, Isabel Allende fala da experiência de ser mulher e mostra como o feminismo sempre esteve presente em sua vida. “A revolução feminista é, provavelmente, a mais importante da história.” Ao comparar a atual revolução feminista com as revoluções próprias de sua vida, Isabel Allende, a escritora de língua espanhola mais lida no mundo, celebra a veia feminista que corre pulsante em toda sua obra literária. Em Mulheres de minha alma, Isabel Allende nos oferece uma emocionante narrativa de sua relação com o feminismo e com o fato de ser mulher, reivindicando, ao mesmo tempo, o direito de viver a vida adulta com sentimento, prazer e plena intensidade. A grande autora chilena nos convida a acompanhá-la nessa viagem pessoal e emocional em que rememora seus vínculos com o feminismo desde a infância até hoje. Relembra algumas mulheres imprescindíveis em sua vida, como as saudosas Panchita, sua mãe, Paula, sua filha, e a lendária agente literária Carmen Balcells; escritoras relevantes como Virginia Woolf e Margaret Atwood; jovens artistas que personificam a rebeldia de sua geração; ou, entre muitas outras, as mulheres anônimas que sofreram violência e, cheias de dignidade e coragem, levantaram-se e seguiram em frente… Elas são as mulheres que a inspiraram e acompanharam ao longo da vida, são as mulheres de sua alma. Por fim, em Mulher de minha alma, Isabel Allende também nos oferece reflexões sobre o movimento #MeToo (que ela apoia e celebra), sobre as recentes revoltas sociais em seu país de origem e — como não? — sobre a crise global provocada pela pandemia de Covid-19. Tudo isso sem perder aquela inconfundível paixão pela vida e a certeza de que, independentemente da idade, sempre há tempo para o amor.

SOBRE A AUTORA
Isabel Allende nasceu em 1942, no Peru. Passou a primeira infância no Chile e morou em vários lugares na adolescência e na juventude. Depois do golpe militar de 1973 no Chile, exilou-se na Venezuela e, desde 1987, vive como imigrante na Califórnia. Define-se como “eterna estrangeira”. Foi no jornalismo que iniciou sua carreira literária, no Chile e na Venezuela. Em 1982, seu primeiro romance, A casa dos espíritos, tornou-se um dos títulos míticos da literatura latino-americana. A este se seguiram muitos outros, e todos foram sucessos internacionais. Sua obra foi traduzida para quarenta idiomas e mais de setenta milhões de exemplares foram vendidos, o que faz dela a mais lida escritora de língua espanhola. Isabel Allende recebeu mais de sessenta prêmios internacionais, entre os quais o Prêmio Nacional de Literatura do Chile, em 2010, o Prêmio Hans Christian Andersen na Dinamarca, em 2012, por sua trilogia As aventuras da Águia e do Jaguar, e a Medalha da Liberdade nos Estados Unidos, a mais alta distinção civil do país, em 2014. Em 2018, Isabel Allende tornou-se a primeira escritora de língua espanhola premiada com a medalha de honra do National Book Award, nos Estados Unidos, por sua grande contribuição para o mundo das letras.
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