Lila, a Cinderela de Bali

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Dizem que a versão mais antiga da Cinderela foi narrada na China, séculos antes de Cristo. Mas, depois disso, a história da órfã maltratada pela madrasta já foi contada e recontada de inúmeras formas. Do conto clássico de Charles Perrault às animações de Walt Disney. Da ópera de Rossini ao episódio especial da série contemporânea Once Upon a Time — e etecétera.

Ainda assim, a escritora brasileira Cristina Villaça deu um jeito de recontar, de maneira nova e surpreendente, esse antiquíssimo conto de fadas. Sua Cinderela se chama Lila, e vive em Bali, na Indonésia. Como a personagem original, Lila também perdeu a mãe e sofre um bocado para atender aos caprichos da madrasta. Além de fazer todo o trabalho doméstico, é obrigada a passar os dias lavando roupas no rio.
Lila, porém, é meiga e gentil — como são, em geral, os balineses. Amiga dos animais e da natureza, atenciosa com os mais velhos e muito inteligente, a moça acaba caindo nas graças de uma improvável fada madrinha. Em vez de uma senhorinha de asas, seu protetor é um crocodilo chamado Ibu (que, em balinês, significa “mãe”).

Dessa forma, Cristina Villaça aproveita o mote do conto clássico para proporcionar aos jovens leitores uma viagem no universo exuberante da ilha de Bali, com seus sarongues, sua fauna e suas tradições. Uma viagem que fica ainda mais viva e fascinante com as ilustrações de Luiz Silva, repletas de detalhes e de cores que são um deleite aos olhos.

Nesta nova versão, também há uma festa muito aguardada. Um príncipe que quer se casar, um boicote, uma reviravolta e um sapatinho perdido. A protagonista, porém, não espera ser escolhida e salva pelo príncipe — ela já é, afinal, senhora de si. Tem a seu favor a sabedoria das mulheres e da natureza, e a vivência do luto. E é graças a ela e a seu crocodilo mágico que o desfecho da história é um sopro de esperança.
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