Mbaé Kaá, o que tem na mata, de João Barbosa Rodrigues

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Falante do tupi antigo, do nheengatu e do guarani, em 1905 publica Mbaé Kaá, Tapyiyetá Enoyndaua. A Botânica nomenclatura indígena, uma contundente defesa do conhecimento nativo diante do meio científico. Mesmo dentro do vocabulário da época e das perspectivas do início do século é um livro fundamental para apoiar o reconhecimento da sabedoria indígena no Brasil e no mundo. A Dantes, buscou atualizar essa memória, e esticá-la aos dias de hoje, ao epicentro que é o Jaraguá, uma aldeia urbana do povo Guarani em plena cidade de São Paulo. A nova do edição livro foi ilustrada por crianças, jovens e adultos Guarani durante uma oficina em setembro de 2018 na aldeia Pyau. Foram também elaboradas novas notas. A apresentação é assinada por Sergio Besserman e a introdução por Fabio Rubio Scarano. Considerando a importância da publicação o livro conta com o apoio do Jardim Botânico do Rio de Janeiro e com o patrocínio da Associação de Amigos do Jardim Botânico do Rio de Janeiro e da BPBES – Plataforma Brasileira de Biodiversidade Serviços Ecossistêmicos.

SOBRE O AUTOR: João Barbosa Rodrigues nasceu em 1842 durante o Império, no Rio de Janeiro. Foi professor de desenho no Colégio Pedro II, diretor do Museu Botânico do Amazonas, em Manaus, e diretor do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, onde trabalhou até morrer em 1909. Realizou diversas expedições, entre elas uma no vale do Rio Amazonas, de 1872 a 1874, com o objetivo de complementar os estudos sobre palmeiras de von Martius. A pesquisa de campo era tão importante em sua carreira que criou no Jardim Botânico, o cargo de naturalista viajante. Publicou também Sertum Palmarum Brasiliensium, em 1903, uma obra impressionante em dois volumes contendo 389 espécies de palmeiras ilustradas e seus usos descritos.
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